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Mundo do Aço

Como a construção civil transformou R$ 204 bilhões em R$ 500 bilhões crédito: Helena Pontes/Sinapi

Um estudo inédito da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) analisou os impactos dos investimentos em novas moradias na fase pós-produção: geração de emprego, renda e arrecadação tributária decorrentes das atividades que ocorrem após a entrega das obras nas edificações residenciais.

Encerrado o ciclo de edificação e entregues as chaves, a construção civil residencial é capaz de gerar mais 36% dos valores das moradias em termos de demanda para os diversos setores da economia, incluindo a própria construção.

Em números absolutos, o estudo concluido no dia 12 de fevereiro estimou que R$ 204 bilhões foram gastos pelos brasileiros na construção de moradias entre 2018 e 2019, gerando mais R$ 171 bilhões para a cadeia de suprimentos do setor e mais R$ 126,4 bilhões para outros setores. Ou seja, os R$ 204 bilhões, na verdade, se transformaram em R$ 500 bilhões.

Em termos de geração de renda (PIB), esse adicional é da ordem de 16% e, em termos de tributos, mais 8%. Por fim, para cada R$ 1 milhão em residências entregues, geram-se 3,31 empregos no pós-obra. Isso inclui desde reformas de adequação do imóvel até atividades de decoração, por exemplo.

Metodologia

De acordo com o levantamento, o ponto de partida para a análise foi o cálculo do surgimento de novos domicílios entre os anos de 2018 e 2019, a partir das informações da PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Esse aumento foi estimado em 1,38 milhão de unidades, o que corresponderia a um estoque total de 72,4 milhões de residências em 2019.

Dessa forma, estimou-se que, para atender à demanda adicional em 2019, seriam necessários investimentos da ordem de R$ 204 bilhões.

"O estudo demonstra, através dos números, que a importância da construção vai muito além daquela que já é amplamente conhecida, o que pode contribuir muito para a formulação de políticas públicas que objetivem o crescimento sustentado da economia”, afirma o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins.

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