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Mundo do Aço

Lançamentos de imóveis caem e vendas disparam em BH e região crédito: ArcelorMittal/Divulgação

Os aumentos no preço dos insumos da construção, a demora do prazo de entrega e o ambiente de incertezas e instabilidade com a pandemia são apontados pelo vice-presidente da Área Imobiliária do Sinduscon-MG, Renato Michel, como fatores que têm levado os empresários da construção a adiarem os investimentos em Minas Gerais.

Apenas na região de Belo Horizonte e Nova Lima, houve uma queda de 32% nos lançamentos em março em relação a fevereiro e de 59,89% na comparação com igual mês de 2020, início da pandemia no Brasil.

Os dados são do Censo do Mercado Imobiliário, realizado pela Brain Consultoria para o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

De acordo com Renato Michel, a queda nos lançamentos imobiliários e o expressivo aumento nas vendas vêm reduzindo o estoque de apartamentos novos disponíveis para comercialização.

Houve um recuo de 9% em relação a fevereiro, quando foram vendidas 2.840 unidades. Foi o maior recuo, em termos percentuais, desde dezembro/18, quando caiu 10,7%.

Somente 16,1% de todo o volume lançado em Belo Horizonte e Nova Lima ainda estavam disponíveis para venda.  O vice-presidente do Sinduscon-MG destaca: “Esse patamar é muito baixo. Num mercado em equilíbrio esse número é de cerca de 25%.  Diante dessa situação e considerando o elevado aumento nos custos da construção, a tendência é de alta nos preços dos imóveis. Por isso, o momento atual é excelente para comprar imóveis”.

Mantendo-se o ritmo das vendas de apartamentos novos nos primeiros três meses de 2021, o estoque atual é suficiente para atender a demanda por apenas 6,5 meses. Isso significa que, se os lançamentos não apresentarem altas elevadas nos próximos meses, até o final de 2021 podem faltar imóveis residenciais novos para venda em Belo Horizonte e Nova Lima.

Enquanto os lançamentos e a oferta caem, as vendas de apartamentos crescem expressivamente. Em março foram comercializadas 479 unidades, 48,8% mais que fevereiro e 65,74% mais que na comparação com igual mês de 2020. Renato Michel explica: “O expressivo crescimento no volume do financiamento imobiliário e a ampliação da utilização do home office, que levou as pessoas a ressignificar o valor da moradia, são alguns dos fatores que ajudam a explicar estas elevações”.

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