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Mundo do Aço

Siderúrgicas anunciam reajuste de até 15% nos preços do aço em fevereiro crédito: NLMK/Divulgação

Os produtores de aço anunciaram semana passadas novos aumentos nos preços no mercado brasileiro, seguindo a elevação no mercado internacional, afirmou uma fonte da indústria.

O reajuste anunciado é de 12% a 15%, válido a partir do início de fevereiro, afirmou a fonte. O aumento está sendo aplicado a distribuidores clientes de Usiminas, CSN e

Gerdau.

O reajuste ocorre após incremento nos preços da ordem de 10% em janeiro.

Segundo reportagem do jornal Valor, os preços das commodities em janeiro foram afetados por decisões econômicas da China. O minério de ferro fechou em leve queda com a expectativa do mercado de redução da produção de aço pelas siderúrgicas chinesas.

No caso do minério de ferro, segundo a publicação especializada “Fastmarkets MB”, a commodity com 62% de teor de ferro fechou o mês a US$ 158,54 a tonelada no porto chinês de Qingdao. Esse preço representou uma leva queda de 1,2% em relação ao fechamento de dezembro de 2020, quando a tonelada foi negociada a US$ 160,47.

Já o contrato futuro mais negociado em Dalian Commodity Exchange (DCE), para entrega em maio, segundo a Fastmarkets, fechou com alta de 0,5% na sexta-feira ante a cotação da quinta-feira, 985,50 yuans (US$ 152).

O analista de siderurgia e mineração do Itaú BBA, Daniel Sasson, disse que, apesar da queda apresentada no acumulado do mês, os preços da tonelada do minério de ferro em janeiro não foram tão menores aos apresentados no fechamento de 2020.

Sasson disse, no entanto, que se a comparação for com a cotação máxima no dia 18, de US$ 174,07, o recuo foi mais expressivo. “A principal diferença neste final de mês foi a declaração de autoridades do governo chinês recomendando a redução da produção de aço no país. E isso poderia, eventualmente, promover a queda na demanda por minério de ferro. O movimento forte nos preços na quinta-feira, está relacionado a isso”, afirmou o analista.

Para Sasson, o minério deve flutuar no patamar de US$ 150 a tonelada neste trimestre. “É ainda um preço alto, apesar da queda. Mas, o mercado não considera que esse nível permaneça até o final do ano”, afirmou, acrescentando que a média do preço da commodity do aço neste ano deverá ficar entre US$ 120 e US$ 130 a tonelada.

Para o presidente da Anglo American Brasil, Wilfred Bruijn, a matéria-prima do aço deverá flutuar entre US$ 150 e US$ 170 a tonelada, ao menos ao longo do trimestre. Segundo ele, o que deverá sustentar esse patamar de preço será a demanda das siderúrgicas chinesas até o fim de março.

“Estamos no ciclo de preços mais altos na média dos últimos cinco anos e no caso do Brasil ainda tem a contribuição do câmbio. Até abril, os preços praticados não devem fugir dessa banda. É uma cotação muito sólida, mais um reflexo da demanda no mercado mundial”, afirmou.

Fontes: ADVFN e Valor

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